eSIM ou chip local: qual é melhor para quem viaja com frequência?
Na hora de planejar uma viagem internacional, você tem basicamente três opções de internet: ativar o roaming internacional da sua operadora, comprar um chip local no destino ou usar uma eSIM. Já analisamos eSIM vs roaming em outro artigo. Hoje é a vez da comparação com o chip local — uma opção que muitos viajantes ainda consideram.
O que é um chip local?
O chip local é um cartão físico que você compra no país de destino — normalmente no aeroporto, em lojas de operadoras ou em supermercados — e que substitui temporariamente o seu chip de origem. Ele dá a você um número local do país e acesso às tarifas locais de dados, que costumam ser bem mais baratas que o roaming internacional.
Vantagens da eSIM sobre o chip local
Ativação instantânea: a eSIM é comprada e ativada online, antes de embarcar. O chip local exige chegar ao destino, achar um ponto de venda (que pode não estar aberto às 2 da manhã, quando você aterrissa), pegar fila, passar por um processo de cadastro e esperar a ativação.
Sem perder seu número: com a eSIM, seu chip físico continua no celular e seu número original segue ativo. Com o chip local, você precisa tirar o chip original e ficar temporariamente sem o seu número.
Vários países: um plano regional de eSIM funciona em vários países. Com chip local, você precisa de um diferente para cada país.
Sem lixo plástico: a eSIM é 100% digital, sem cartão físico para perder, danificar ou jogar fora.
Quando o chip local pode valer a pena?
O chip local pode ser conveniente se o seu celular não tem eSIM, se você planeja ficar em um único país por um período longo (mais de 30 dias) onde as tarifas locais são muito baratas, ou se você precisa de um número local do país para fazer ligações locais. Em todos os outros casos, a eSIM ganha com folga em praticidade.
O chip local é sempre mais barato que a eSIM?
Não necessariamente. Em países com mercados de telecomunicações competitivos, os chips locais podem ser bem baratos. Mas, ao calcular o custo total, é preciso incluir o tempo perdido na compra, o risco de perder o chip original e a impossibilidade de ativar antes de chegar. Para a maioria dos viajantes, a praticidade da eSIM compensa qualquer pequena diferença de preço.
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